Atualmente, depois da onda Avengers, creio que o cinema mundial tenha sido tomado por uma outra febre: The Lion King, o live action. Nas redes, não se fala em outro assunto e, pode-se afirmar, que até o dado momento em que escrevo tal comentário, o filme é um sucesso de popularidade e bilheteria.
Esse artigo é sobre a versão Disney de 1994. Eu nunca havia assistido a animação até ontem a noite. É complicado escrever o porquê, já que nem eu mesma sei, porém, transcorreram-se dezoito anos para que a vontade de assistir esse filme surgisse em mim. Levando em consideração o ano e o fato de que eu não tenho mais quatro anos e comecei a desenvolver um senso critico ácido e constante, existem alguns pontos da animação que são perceptíveis e irregulares, embora eu ache que isso não faz o menor sentido. Parece que ao longo das 1:33 horas de filme a história é um grande retalho e as conexões de cenas são, em partes, confusas, evidenciando essa característica de recorte. Outro fator é o modo como a volta do Simba é retratada. Não é sendo chata nem nada, mas, quando ele fugiu da Pedra do Rei, ele era apenas um filhote e, no meu ponto de vista, ao regressar, as diferenças que ele foi acumulando ao longo da vida, porque ele já volta um adulto, deveriam ficar evidentes. O Simba basicamente se alimentou durante todo esse tempo de insetos, mas transmite a força e a energia de um leão que se alimentou de antílopes a vida inteira. E, na verdade, é mais um fato engraçado do que uma crítica propriamente dita. Outra coisa, dessa vez a última, é que, ao longo do filme, eu me questionei seriamente como o Simba não enlouqueceu ao lado do Timão e do Pumba. Eu teria um treco.
Foi uma experiencia legal, engraçada até. Mas, não creio que seja, nem de longe, a melhor animação da Disney.