"... Entre os muitos finais trágicos que com afinco e prazer li, sempre imaginei que, se um dia chegasse a minha vez de ser abençoada com um sentimento avassalador como aquele, então certamente seria para ter um fim que esmagasse cada milímetro da minha alma e eu até ansiei por isso; seria mais material para a minha arte.
Acredito que só possamos conhecer verdadeiramente a dor da perda uma vez que conheçamos o amor. E eu queria escrever sobre a perda.
Mas é que eu sou tão feliz agora. Minha noites insones já não são mais preenchidas com indagações sobre um sentimento outrora distante, mas sim pelas nossas memórias e pelos ansiosos planos que fizemos embaixo do céu de manhãs ensolaradas, enquanto as responsabilidades andavam preguiçosas para longe de nós.
O amor se parece com a sensação de querer voltar para casa assim que o beijo de despedida é dado.

Observação final: o amor se parece com ele."

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