Vivo me perguntando o porquê das pessoas não escreverem mais umas para as outras, onde foi parar todo o romantismo com longas cartas de amor, onde não havia vergonha, era a verdade sendo ditas escrita às vezes para que todos pudessem ler, outras vezes para que apenas os amantes, a surdina a luz de um lampião, colocassem parte de sua alma em um pedaço de papel e furtivamente entregassem ao seu par, aquele que o destino milimetricamente colocou como uma luz em meio a escuridão para que não se perdessem.

Hoje em um mundo tão rápido, colocamos nossas ideias em pequenas mensagens não pensadas, automáticas, somos robôs que esqueceram como é amar. Deixamos de lado todo o sentimentalismo e focamos em nós mesmos, como é o frio na barriga? Como é sentir que mil borboletas multicoloridas estão em seu estômago quando fala ou apenas olha para a pessoa que gosta? Você se lembra disso?

Lembra como é sentir se vivo, apenas pelo simples fato de escutar uma música lembrar da pessoa e o seu mundo inteiro se iluminar? Você algum dia já se sentiu assim?

Porque não deixamos de lado nossos sistemas e voltamos nosso coração para coisas importantes, porque não nos dedicamos mais a aqueles que nos fazem bem, porque um dia o tic tac acaba e o que você deixou passar será o seu maior arrependimento.

E é por isso que eu decidi escrever, voltar a um velho costume que alimenta a alma e o tempo se beneficia com linda palavras.

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