Nunca soube dizer ‘não’. Sempre fui fácil de ganhar. Não de entender, mas sim de ganhar. Demorou demais até entender a diferença entre uma mão que só quer afagar e uma que se disfarça para machucar. Sou tão sensível a qualquer indício de carinho. E nunca soube dizer não para quem me pedisse qualquer coisa sorrindo. Sorrisos também são o meu ponto fraco. Ah, essas minhas carências que se tornam fraquezas! Eu sou sem jeito demais, confesso.