Sou onça criada, menina mimada, doce espinho. Nunca fugi de nada, só me meto em roubada, mas no fim da rodada, sou eu quem venço, touché!
Eu posso até morrer de amores. E ao despetalarem minhas flores, observando cada pétala cair, chorar minhas dores, mas no final, aprender a cair.
Rir do tombo, amadurecer.