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Tenho certeza que de que o meu diário de campo não é o melhor lugar desabafar sobre minha vida pessoal porém… Uma semana antes da minha volta ao Brasil minha mãe faleceu. Ela nunca pode me ver formado o que me consola é saber que ela sei foi sabendo sobre minha formatura. Quando eu cheguei encontro meu pai sentada na mesa me esperando para falar sobre a partida da minha mãe, eu visitei o túmulo de minha mãe, e deu meu último adeus, “ Mama, eu sei que a senhora está em um lugar melhor e quero que saiba que eu realize meu sonho, mama agora eu sou botânico, eu não teria conseguido sem seu apoio. Obrigado mama, obrigado por tudo sempre” Eu plantei uma flor ao lado do túmulo da minha mãe, e quando eu sei eu senti como se ela estivesse me abraçando e eu chorei, não sei por quanto tempo mas eu chorei até ouvi como se ela estivesse me dando forças para continuar. Ao votar para casa meu pai estava muito triste ele sempre achou não estaria aqui pra ver isso, Ed estava cuidando da casa e do açougue, meu pai não queria mais trabalhar e Ed disse que após minha chegada ele se alegrou mas, meu ofício não me permite ficar em casa para sempre. Mesmo relutando alguns dias depois eu passei a visitar faculdades procurando alguma proposta de expedição ou residência em faculdade até mesmo me tornar aprendiz de algum professor de botânica.

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Se passou 1 mês e meio desde a minha volta, e finalmente eu recebi um convite para participar de uma expedição. A remuneração não é tão boa mas para meu primeiro trabalho já é alguma coisa, vou partir em 3 semanas agora preciso informar ao me pai e Ed.

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Hoje foi um dia muito difícil, ao acorda estranhei o silêncio da casa meu pai, costumava está sempre a essa hora assistindo um pedaço do seu jornal matinal antes de sair pro açougue. Assim que eu percebi fui até seu quarto, ele estava deitado como se estivesse no melhor sono de sua… eu chamei “ papa, papa” me aproximei e pude ver a ele já não respirava mais… meus olhos se encheram de lágrimas e eu pude senti-las escorrer por cada milímetro do meu rosto, foram quatros lágrimas ao chão antes de mim, eu me ajoelhei na beira da cama e só podia chorar, não podia mais ouvir o canto dos pássaros, nem o vento correr pelas árvores, não podia nem ouvir coração bater, apenas sentia meu joelhos sobre o piso gelado.

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Em pouco tempo eu perdi minha mãe e depois eu perdi meu pai, ainda falta uma semana para minha expedição, mas eu não consigo mais ficar em casa. Eu já avisei a Ed sobre minha partida ele compreendeu. Ele era o aprendiz do meu pai logo é justo ele ficar com o açougue ele também alugou a casa e iremos dividir os lucros. Eu já avisei a equipe e iria ao local da expedição uma semana antes e farei um reconhecimento da área.

Nota do autor: Olá caros leitores, neste nota eu venho lhes informar que os próximos Article terão diálogos e mais desenvolvimento da história. A história é uma aventura de fantasia em um mundo paralelo espero que vocês gostem.